terça-feira, 18 de junho de 2013

BAR CRIA “COPO OFFLINE” QUE IMPEDE O USO DE CELULARES MESA

O COPO, QUE POSSUI A BASE RECORTADA, PRECISA ESTAR ENCAIXADO EM UM APARELHO CELULAR PARA NÃO CAIR.
Provavelmente você já deve ter vivido uma cena como essa. Você decide ir a um bar com amigos e, na maior parte do tempo, as pessoas preferem usar o smartphone a conversar. Em tempos de redes sociais, um bar em São Paulo parece ter encontrado uma solução bem humorada para inibir o uso dos aparelhos no momento em que as pessoas deveriam estar conversando.
O COPO, QUE POSSUI A BASE RECORTADA, PRECISA ESTAR ENCAIXADO NO APARELHO CELULAR PARA NÃO CAIR. Foto reprodução: Youtobe.
Com a agência Fischer&Friends, o bar Salve Jorge criou o “Copo Offline”, que para não cair, precisa estar encaixado em um aparelho celular. “A gente começou a reparar que as pessoas ficavam muito tempo usando os seus celulares e não conversavam”, afirma um dos proprietários, Fábio Salomão. Para receber o copo offline, bastará o cliente pedir a um dos garçons.
“É uma brincadeira. A ideia é 'chamar' o amigo de volta pra mesa e não deixar que ele fique o tempo todo no Facebook ou no Twitter. É um beliscão para as pessoas acordarem para o mundo real e retomarem o olho no olho”.
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Fonte: Época Negócios

“Vem pra rua”, campanha da Fiat para a Copa, sai do ar

A Fiat vai tirar do ar no próximo sábado (22/06) a campanha “Vem pra rua”, pensada para a abertura da Copa das Confederações. Em boa hora. Justo quando a montadora esperava que brasileiros estivessem animados com futebol, paulistas e tantos outros de fato foram às ruas – não para torcer pela seleção, mas para protestar contra problemas sociais.
A empresa soltou uma nota oficial na noite desta terça (17/06) para avisar que a campanha sairá de toda a mídia nos próximos dias, “conforme programação original”.
Oficialmente, não há relação entre o fim do “Vem pra rua” e o uso da campanha pelo público para ilustrar os protestos. A Fiat garante que ela seria encerrada com ou sem paródias e piadas ligadas às manifestações. “A Fiat elaborou a campanha ‘Vem pra rua’ com foco único e exclusivo na Copa e na alegria e paixão que o futebol desperta nos brasileiros”, diz o comunicado.
Mas é fato, segundo ouvi de um funcionário da montadora, que o resultado não foi muito bem recebido pelos executivos que pensaram a campanha.
Não é nada agradável para o marketing da empresa ver a música composta por Falcão, do Rappa, usada como trilha sonora de policiais atacando manifestantes, gente correndo de bombas de gás lacrimogênio e balas de borracha voando em repórteres.
A Fiat não teria como prever. Mas talvez seja prudente, até o fim da Copa, evitar as ruas.
Fonte: Época Negócios

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Estratégia e rituais

“Um monte de pequenas coisas” constroem o sucesso do empreendimento de Alexandre Tadeu Costa, que dedica cuidado especial às pessoas
Alexandre Tadeu Costa, fundador da rede de lojas de chocolate Cacau Show, subiu ao palco do  Fórum HSM Estratégia 2013 para falar de estratégia e execução por meio de pessoas, com equilíbrio entre razão e emoção.
A história da Cacau Show começa com uma crise: ele tinha vendido ovos de páscoa que o fornecedor não produziria. Para não deixar de atender os clientes, teve, então, de produzi-los por si e, assim, passou a ser fabricante de chocolates. Percebeu, então, que havia espaço no mercado para produtos de qualidade superior a preços acessíveis, e seguiu essa trilha.
Hoje, a Cacau Show é a maior franquia de lojas de chocolate do mundo: são 5.000 pessoas na operação e o faturamento, entre indústria e varejo, é de US$ 1.8 bilhões. O modelo de negócios inclui a verticalização por meio de três fazendas de cacau, cujo objetivo também é aprofundar o conhecimento sobre essa matéria-prima que vem se sofisticando.
Além do foco em produto, os pilares da empresa são a distribuição e as pessoas. Costa recordou que, antes de ser uma rede de franquias, a Cacau show foi pioneira na venda de chocolates por catálogo, uma ideia de sua mãe.
Em relação às pessoas, ele deseja que sejam felizes no trabalho e, por isso, adota práticas e rituais que as aproximem e reforcem seu envolvimento com a companhia, como o momento do presidente com os aniversariantes do mês, o almoço de Sexta-feira Santa (quando ele cozinha para todos), e a montagem da árvore de Natal. “Gente tem de ser tratada como gente, e não como ‘cumpridores de budget’”, declarou o empreendedor.
Fonte: HSM

Pare pra pensar


Por Alfredo Moreno
Você já parou pra pensar no que o cliente diz a respeito da sua empresa? Dos seus produtos? Dos seus serviços? Fica bem explicito nas pesquisas com clientes que é mais importante o que dizem do que a própria marca diz. Quando passamos a estudar o comportamento do cliente, vemos que a empresa como um todo tem que estar sintonizada. Quando passamos a analisar o mercado em primeira instância esta o pensamento do cliente. Quando falamos em inovação, mídias sociais, sustentabilidade, têm que envolver o consumidor. A felicidade de vender esta na de comprar com sabedoria e conhecimento.
Já parou pra pensar?

terça-feira, 11 de junho de 2013

Os 10 Mandamentos da Liderança

  1. Dedique-se aos seus objetivos.
  2. Compartilhe prêmios.
  3. Energize seus colegas.
  4. Comunique tudo o que sabe.
  5. Valorize as contribuições da sua equipe.
  6. Celebre seus sucessos.
  7. Escute a todos.
  8. Entregue mais do que o prometido.
  9. Trabalhe de forma mais inteligente.
  10. Trace seu próprio caminho.
Sam Walton, fundador do Wal Mart
Dica Liderança

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Beleza ajuda na hora de vender?


Por Raúl Candeloro
Outro dia li um artigo muito interessante, onde Sean Salter, professor da Middle Tennessee State University, citava as conclusões de um estudo que fez sobre a influência que a beleza tem sobre os resultados dos vendedores.

O professor Salter escolheu corretores de imóveis como os profissionais de vendas a serem estudados e pediu para que 1000 pessoas escolhidas aleatoriamente avaliassem a ‘beleza’ de 400 corretores que participaram do estudo. Ou seja, todo corretor/a acabou com uma nota para sua ‘beleza’ que era a média das notas dadas pelas 1000 pessoas avaliando.

Salter descobriu vários fatos interessantes. Muitos deles estão diretamente ligados ao mercado imobiliário norte-americano, mas o que mais me chamou a atenção tem implicações universais:

- Numa escala de 0 a 10 (sendo zero muito feio e 10 lindo), para cada ponto a mais de beleza, um corretor ou corretora consegue em média US$ 8.467 a mais pelo mesmo imóvel sendo vendido.

Ou seja, vendedores e vendedoras bonitos parecem levar uma boa vantagem na hora de negociar. Interessante, não? E com certeza um belo assunto para debate.

Por outro lado, o mesmo estudo mostra que as pessoas menos atraentes parecem esforçar-se bem mais.

Pessoas de beleza média ou baixa fazem 11 vendas por ano a mais do que os belos, o que parece mostrar que os bonitos conseguem cobrar mais, mas trabalham menos (será por acomodação?).

Significa também que os normais têm que fazer mais força ou ter melhor técnica em Vendas para equilibrar o jogo com os vendedores e vendedoras mais atraentes.

E você, o que acha? Beleza influencia na hora de vender?

terça-feira, 4 de junho de 2013

Para refletir

 
“Você não pode ficar esperando que a vontade apareça. Você nunca vai atingir seus objetivos se deixar isso acontecer. Sua mente precisa entender que ela precisa arregaçar as mangas e trabalhar”.  Pearl S. Buck